Marilice Everton Zanato Psicologia

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Constelação Familiar

Constelação Familiar Individual (Com Bonecos)

Constelação Familiar (Em grupo)

PanGarden / Constelação Criativa

 

 

Constelação Familiar
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O que é Constelação Familiar?

 

É um método desenvolvido por Bert Hellinger, que foi profundamente aprimorado ao longo dos anos e possui uma abordagem sistêmica fenomenológica. Ele observou e pesquisou famílias e organizações em diversos lugares do mundo, ao longo de sua história de vida, e percebeu que toda estrutura, seja ele familiar ou organizacional possuem leis que regem o equilíbrio deste sistema, e que ele deu o nome de “Ordens do Amor”.

 

Para Bert Hellinger tudo na vida está a serviço do amor, e quando há um 

desequilíbrio neste fluxo, podem ocorrem emaranhamentos e isso prejudica o curso natural de nossas vidas.

De uma maneira simples e objetiva, Bert Hellinger nos faz pensar na nossa família, e que a história de cada um dos membros que compõe ela nos pertence também. O que foi vivido por nossos antepassados (pais, avós, bisavós entre outros) também faz parte da nossa história e estamos ligados a eles de maneira inconsciente e permanente.

 

Algumas vezes essas ligações podem não estar acontecendo de uma maneira saudável (aspectos inconscientes) e é neste momento que podemos utilizar este método para busca de soluções, encontrando e dando o devido lugar a cada um dos membros da família ou nós mesmos.

 

A Constelação familiar pode dissolver padrões antigos (conflitos, doenças, dificuldades afetivas, financeiras e etc) que de alguma maneira podem estar impedindo o fluxo de energia, ou como diz Bert Hellinger, o fluxo do amor entre os membros deste sistema.

 

Ela atua diretamente nas questões que estavam ocultas dentro deste sistema, estabelecendo um novo fluxo a caminho de melhorias ou mudanças, podendo dissolver antigos padrões e trazendo soluções libertadoras e / ou cura.

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Constelação Familiar - As Ordens do Amor

 

Segundo Bert Hellinger existe alguns pilares que são fundamentais para o equilíbrio nas relações e em nossas vidas:

 

  • Todos tem o direito de pertencer ao seu sistema de origem;
  • Todos têm direito ao amor, ou seja, amar e ser amado;
  • Deve haver um equilíbrio entre dar e receber;
  • Devemos respeitar e honrar nossos antepassados;
  • Existe a hierarquia na ordem familiar e ela deve ser considerada e respeitada.

 

Seguindo estas diretrizes, haverá o restabelecimento do equilíbrio do fluxo da vida e o sistema poderá operar com mais harmonia e amor e todos os membros poderão usufruir deste equilíbrio em todos os aspectos de suas vidas.

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Tentando entender um pouquinho mais sobre Constelação Familiar

 

Diversas questões podem ser pensadas e consideradas sob a perspectiva e o método da Constelação Familiar.

 

Cada um de nós faz parte de um sistema familiar, único e que tem sua força e ligações.

 

E estamos ligados por ordens que pertencem à dimensão do amor, ou seja, independente do que fazemos, de maneira consciente ou inconsciente, dizem respeito a um sistema muito maior, que são nossos ancestrais.

 

Dependendo da situação, “por amor”, fazemos escolhas ou agimos de determinada maneira por estarmos ligado a histórias de pessoas que vieram antes de nós, e como uma maneira de trazer ordem ou luz a esta questão, repetimos comportamentos ou ações de familiares que vieram antes de nós.

 

Por que somente uma ou outra pessoa da família passa por isso? – Essa resposta ainda não é certa, mas percebe-se que de determinada maneira, são pessoas que possuem maior sensibilidade ou de alguma maneira, tem alguma ligação com a história ou a forma que essa pessoa era.

 

Uma vez me disseram: “Mas eu não acredito em nada disso”. E as Ordens do Amor dizem respeito a algo maior, não relacionado ao que você acredita ou não, ao que você pode ver ou não.

 

É algo como o Ar… você não enxerga, mas tem certeza que ele está lá. Ou como a gravidade, você também não vê, mas continua com os pés presos no chão.

 

Desta maneira, as Ordens do amor que dizem respeito a: pertencer; amar; hierarquia e sabedoria, estão ai, a nossa disposição para serem entendidas, elaboradas e incorporadas em nossas vidas, para que as ordens e o fluxo natural da vida possa ser retomado.

 

Venha fazer uma constelação e conhecer um pouco desse método que pode lhe ajudar a resinificar aspectos de sua vida.

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Mas no que a Constelação Familiar pode me ajudar?

 

Ela pode ser utilizada para uma infinidade de questões que possam estar atrapalhando a fluxo natural de sua vida. Eis alguns exemplos:

 

  • Reestabelecer o equilíbrio entre os membros de uma família;
  • Relacionamento de casal;
  • Relacionamento com filhos;
  • Relacionamento entre pais e filhos;
  • Relacionamento entre irmãos;
  • Problemas com vícios;
  • Problemas afetivos ou emocionais;
  • Problemas de saúde;
  • Problemas financeiros;
  • Entre outras questões.

 

Se você considera que existem dificuldades em sua vida, mas que não sabe como lidar ou resolver, venha conhecer o método de Constelação Familiar. Ele poderá lhe auxiliar a resinificar ou repensar aspectos que você nem imaginaria que podem estar atrapalhando para que você tenha uma vida com mais qualidade e felicidade.

 

PanGarden / Constelação Criativa
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O que é PanGarden / Constelação Criativa?

 

Este método foi desenvolvido por Antje Rickowski & Martin Kutternik na Alemanha.

 

Ele permite que você possa transformar problemas da vida real de forma positiva e construtiva.

 

Ideal para abordar e trabalhar com padrões relacionados à: questões de relacionamentos, família, trabalho, saúde, finanças …

 

Ele lhe fará acessar e ampliar a consciência sobre estes tema, trazendo 

novas perspetivas, consciência e possibilidades de mudança, conforme a percepção de cada pessoa.

 

Cada situação oferece novas oportunidades.

 

Esse método pode lhe auxiliar a acessar novas perspectivas e possibilidades que estão em seu inconsciente. Muitas vezes nos afastamos de nossa essência e esquecemos-nos de olhar para dentro de nós e buscar as respostas.

 

O PanGarden pode auxiliar a revelar as oportunidade escondidas em desafios e dificuldades. Auxilia-nos também a na ampliação da consciência sobre padrões e emaranhados, e como podemos dissolver eles.

 

As decisões nesta metodologia podem ser realizadas através de habilidades intuitivas ou co-criativas, de maneira que o cliente possa perceber as possibilidades e escolhas que dependem dele.

 

Ajudando a tornar-se mais consciente, a encontrar pontos de divergência ou dificuldade, superar bloqueios e aprender a lidar com padrões antigos, podendo trazer uma nova consciência, conhecimento e sabedoria.

 

Ele tem como fundamentação os princípios das Constelações Familiares de Bert Helllinger.

 

Obs. A utilização do PanGarden tem diversas possibilidades e aplicações, porém em consultório de psicologia, optei pelo uso como método de autoconhecimento e aprimoramento de competências, utilizando com fundamentação teórica do método de Constelações Familiares de Bert Hellinger. 

Esse texto foi retirado e adaptado do site: http://www.panosun.org/pangarden.php

 

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Entre em contato

 

Ficou curioso ou interessado em conhecer um pouquinho mais sobre Constelações Familiares, PanGarden / Constelações Criativas?

 

Preencha o formulário abaixo para obter outras informações e agendar um horário para conhecer esse método incrível.

 

Responderei a sua mensagem o mais breve possível. 

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Biblioteca - Constelações Familiares

 

Nesta sessão, você pode conhecer um pouco melhor como algumas constelações familiares são realizadas.

 

Importante salientar, que a identidade de todos os participantes não é divulgada em hipótese alguma. Desta maneira, apenas o dono da Constelação sabe que ela se trata de seu processo. 

Constelação Familiar – Aborto

Publicado em 7 de dezembro de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual com bonecos é realizada.

 

Cliente diz que já esteve em alguns lugares e sempre lhe perguntam se ela já teve algum aborto. Ela queria compreender essa questão.

 

Considerei a solicitação após fazer algumas perguntas de maneira a avaliar a relevância do que era pedido.

 

Digo que iriamos experimentar, uma vez que não poderia afirmar nada e muito menos ter alguma hipótese sobre a questão.

 

Peço para ela escolher um boneco que represente ela é um outro para representar o aborto.

 

Ela sente de atraída pelo boneco que representa o aborto e quer ir na direção dele.

 

Pergunto sobre alguma exclusão ou aborto na família, mas ela não se recorda.

 

Pergunto sobre alguém que ela quisesse proteger, pois o sistema revela uma proteção a alguém.

 

Ela se recorda de um episódio familiar quando era criança.

 

A mãe estava grávida e ela se recorda do pai lhe pede para abortar a criança, pois não tinha intenção de ter mais um filho.

 

Ela diz que até hoje sente um desejo incontrolável de proteger a irmã, independente do que aconteça.

 

Coloco o pai, a mãe e após alguns movimentos e frases, deixamos a responsabilidade de cada um dos membros em seus devidos lugares.

 

Ela refere sentir-se aliviada.

 

Encerramos a constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Constelação Familiar – Qual a diferença entre constelação com pessoas e constelação com bonecos?

Ela também funciona?

Publicado em 5 de dezembro de 2017 por MariEZ

 

Muitas pessoas me procuram e perguntam como é feita a constelação familiar com bonecos.

 

Para quem já participou desse processo em workshops, sabe que o facilitador em constelações familiares, utiliza-se de todo o seu conhecimento / sabedoria, além da experiência para conduzir o processo, e neste caso, as pessoas são escolhidas para serem os representantes dos papéis, conforme cada constelação.

 

Neste caso, a experiência do facilitador em conjunto com a força do campo e também o que os representantes (pessoas que participam da constelação) dizem, auxiliam no movimento e na tomada de consciência para que sejam feitos os ajustes necessários, seguindo os preceitos das ordens do amor.

 

Mas como é que isso acontece quando a constelação é feita com bonecos, uma vez que eles não falam?

 

Nesta situação, a constelação é realizada pelo facilitador em constelação familiar diretamente com o seu cliente, que traz o problema ou questão que deseja constelar.

 

Após as devidas orientações, como em qualquer constelação, o cliente escolhe os bonecos, conforme orientação do facilitador e da mesma maneira que acontece na constelação com pessoas, inicia-se o movimento, conforme o campo revela.

 

A grande diferença  é que o facilitador tem que estar atento ao que o sistema trará de informações, através do campo. O cliente, participa ativamente deste processo e auxilia também no reconhecimento de sentimentos e emoções.

 

Porém neste caso, costumo dizer, que o constelador com bonecos deve ter uma percepção apurada do que acontece, uma vez que é ele quem irá conduzir o processo, conforme o que o campo permitir acessar e houver possibilidade de vir a consciência.

 

Neste caso, mesmo sem pessoas falando, o campo é sábio e oferece as informações para o facilitador, da exata maneira que acontece com pessoas.

 

Outra pergunta que também costumo ouvir é se a Constelação com bonecos tem a mesma “eficácia / eficiência” que a constelação com pessoas.

 

A resposta é sim.

 

Pois a família; o sistema; o movimento; o campo; tudo está a serviço da constelação, independente da forma que você escolha realizar ela.

 

Nunca esquecendo do respeito, da empatia, da ausência de julgamento por qualquer coisa que tenha acontecido ou aconteça no sistema familiar.

 

O Constelador tem que estar verdadeiramente a serviço do que o campo pode revelar e a partir disso, buscar restabelecer a ordem para que as coisas possam fluir da melhor maneira possível, ou a partir de uma nova consciência, seguir novos caminhos, possibilidades, ou simplesmente, poder respirar profundamente e ficar mais leve.

 

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Constelação Familiar - Ordens do Amor 

Publicado em 30 de novembro de 2017 por MariEZ

 

O Mestre Bert Hellinger, durante sua vida toda, teve oportunidade de trabalhar com grupos e percebeu que existia uma força maior que perpetrava a existência e a condição de permanência dos membros neste grupo.

 

Ele percebeu que além de um inconsciente individual e de um inconsciente do grupo, ou coletivo, havia algo que dizia respeito ao sistema familiar, ou “inconsciente familiar”, que atua sob cada um dos membros de um sistema familiar.

 

Estas são as Ordens do Amor:

 

– Hierarquia:

 

Sempre devemos respeitar a hierarquia, nossos ancestrais, ou seja, quem nasceu antes tem precedência sobre quem veio depois.

 

Desta maneira, os filhos devem reverenciar, respeitar, honrar seus pais, e seus bisavós e assim sucessivamente.

 

Costumo dizer que os filhos podem ter conhecimento sobre tecnologia(por exemplo), e eles até podem ensinar isso para seus pais, como uma forma de expansão desse conhecimento. Mas os pais tem sabedoria, que eu digo ser os “quilômetros de vida rodados” e isso, ninguém pode ensinar.

 

Os pais viveram antes, experimentaram antes, se conheceram e tiveram uma história antes de nós, e depois nascemos e fomos inseridos nesta família através deles, então devemos a vida a eles, não como obrigação, mas como respeito e amor. Sem eles, não estaríamos aqui.

 

Então, devemos reverenciar a vida e a história de nossos pais, e não nos cabe qualquer tipo de julgamento, pois eles fizeram os melhor que podiam e sabia, dentro do que eles tinham como possibilidade e conhecimento.

 

O que eles fizeram ou escolheram não nos diz respeito, devemos apenas respeitá-los, pois eles são os certos para nós.

 

– Amor

 

Todas as pessoas que pertencem a uma família. Todo mundo faz parte de um sistema familiar. Todo mundo (no mundo inteiro) tem direito ao amor, independente do que essa pessoa tenha feito como escolhas.

 

Se houve traição, mentira, ou qualquer outra coisa, que não cabe ser julgado, independente do que houve, qualquer pessoa, tem direito a receber amor de sua família.

 

Amor é uma ordem que nos é oferecida e oferecemos ao mundo e o movimento desta força engrandece nossa vida e a de todos os que estão ligados a cada um de nós.

 

Amor é uma condição de existência. É livre, é gratuito e por si só basta.

 

– Equilíbrio entre dar e receber

 

Toda relação humana diz respeito a uma troca. Ou seja, eu ofereço e por conta disso recebo algo também.

 

Seja em uma relação de amizade, uma relação amorosa, uma relação de trabalho. Onde existem pessoas, existe relação e deve haver um equilíbrio nessa troca para que essa relação seja saudável e possa perdurar.

 

Quando em uma relação uma pessoa só oferece e a outra só toma, começa a haver um desequilibro, e caso isso não seja revisto ou restabelecido, pode haver um momento em que o que recebe fica em dívida de uma maneira que não há mais como retribuir e naturalmente essa relação acaba.

 

Então, para que uma relação tenha equilíbrio, ambos os parceiros devem oferecer e receber a exata medida, respeitando a dinâmica desta relação, existindo situações que um pode dar mais do que o outro em determinado momento, mas sempre buscando um equilíbrio ou um acordo entre as partes.

 

Na natureza tudo é equilíbrio, por exemplo, se molhar muito uma planta ela morre, então devemos saber a medida exata e cuidar da maneira que ela precisa e requer atenção. Assim são todas as relações humanas. Oferecer e receber o que é necessário, nem mais e nem menos.

 

Toda relação para existir tem como condição de existência a troca. Eu ofereço um pouco e tomo o que meu companheiro a me oferecer e vice versa.

 

Assim há harmonia e troca.

 

Pertencimento:

 

Todo mundo veio de algum lugar. Eu vim a este mundo porque em algum momento meus pais escolheram ter um filho e a partir disso uma família nascia. Os meus avós também seguiram esse caminho, meus bisavós e assim por diante.

 

Eu, pertenço a um sistema familiar e independente do que eu faça, para o bem ou para o mal, eu continuarei pertencendo a esta família. Continuarei sendo responsável pelo sobrenome que eu recebi e querendo ou não, carrego em meu DNA, em meu sangue, toda a ancestralidadedos que vieram antes de mim. E isso é incrível!

 

Mas em determinadas situações, algumas pessoa cometem erros ou fazem algo que alguns dizem manchar o sobrenome da família. Para as ordens do amor, todos tem direito a pertencer, independente do que tenham feito.

 

As ordens do amor não julgam, não condenam, não se envergonham ou tentam justificar os fins através de opiniões.

 

Elas são perfeitas em sua colocação e quando identificadas e em harmonia, trazem benefícios maravilhosos para todos os membros do sistema, ou seja, para todas as pessoas desta família.

 
(Só existe uma condição em que pode haver exclusão de um membro da família, mas esse texto ficaria técnico demais e eu fugiria ao tema. Quando isso acontece em alguma constelação, eu informo os detalhes para a pessoa que está sendo constelada. )

 

Conhecer e praticar as ordens do amor em nosso dia a dia, nos dá uma nova consciência, uma nova responsabilidade e uma leveza.

 

Claro que precisamos de um tempo e de conhecimento / sabedoria para compreender e expressá-las em nossas vidas, mas posso garantir, que elas nos colocam e nos dão uma nova perspectiva, trazendo novas possibilidades e harmonizando diversos aspectos de nossas vidas.

 

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Constelação Familiar - Amor 

Publicado em 23 de novembro de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

Cliente refere dificuldade para se relacionar, querendo constelar sua vida afetiva.

 

Faço alguns questionamentos, para tentar compreender um pouco melhor o cenário.

 

Inicio a constelação experimentando como ela se sente diante do amor.

 

Percebe-se que uma força tenta levar ela para outra direção no sistema. Peço que ela siga o movimento do corpo.

 

Ela vai para a direção posta da sala.

 

Neste momento, posiciono um boneco a frente dela e ela diz que se sente atraída por ele.

 

O sistema, revela que em algum de seus ancestrais houve uma briga afetiva e um rompimento. E de alguma maneira, essa cliente estava se ligando a pessoa que foi excluída do sistema.

 

Desta maneira, a cliente parece ter dificuldades para se relacionar, por estar seguindo o destino da história de um ancestral que viveu uma relação triangular.

 

Ou seja, por amor, ela assumiu a posição dessa antecessora e começou a competir com as outras pessoas como forma de compensar o que ocorreu no passado.

 

Falamos algumas frases e fazemos alguns movimentos de maneira a liberar a cliente desse destino. Devolvemos a responsabilidade deste destino para seus ancestrais.

 

Neste momento ela é liberada da responsabilidade que assumiu por amor.

 

Ela se emociona, mesmo sem compreender muito o que estava acontecendo, dizendo que não conseguia compreender a força do que estava acontecendo naquele momento, mas que não era possível negar que algo aconteceu.

 

Faço mais um movimento, pedindo para ela me informar como se sente em relação ao amor, que eu posicionei novamente, e ela diz que sentia-se atraída e leve.

 

Encerro a constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Uma questão sobre Constelação Familiar - Ela não é Oráculo

Publicado em 21 de novembro de 2017 por MariEZ

 

Algumas pessoas procuram o atendimento em Constelação Familiar, pois estão em busca de ajuda ou necessidade de compreender um determinado aspecto de sua vida que pode estar atrapalhando alguma coisa.

 

Um dia desses, eu um atendimento, depois de explicar o método, e suas possibilidades de ação, a questão que a pessoa tinha intenção de constelar era saber como um determinado aspecto da sua vida iria ser no ano de 2018, assim como se teria sucesso ou não.

 

Mas essa não foi a primeira vez que isso aconteceu.

 

Outras pessoas procuram a Constelação para saber algo sobre o seu futuro, e deixo claro aqui que a Constelação não dá conta dessas informações e muito menos esse é o objetivo ou condição de existência dela.

 

Existem profissionais que trabalham com previsão e utilizam recursos para fazer esse tipo de trabalho, mas não a Constelação.

 

Ela está a serviço de questões que querem ser vistas ou até “resolvidas” pelo cliente que procura esse método.

 

A Constelação Familiar pode trazer uma nova consciência e entendimento, assim como “desfazer” nós em nosso sistema familiar, em relação a nossa vida e a de nossos ancestrais.

 

Ela diz respeito a vida que se apresenta hoje, e toda a força do sistema familiar que veio antes de nós e nos permite estar aqui hoje.

 

Mas ela não fala de futuro, não no futuro como previsão, mas sim como possibilidade a partir do momento que uma questão é Constelada e vista pelo cliente, e não porque a Constelação tem o poder de mudar o futuro de alguém, mas sim porque o cliente se apropriou do movimento, da nova informação que a Constelação trouxe e a partir disso ele toma uma nova consciência, conhecimento, entendimento e uma nova sabedoria se apresenta e se assim for permitido, ele avança para novas possibilidades e caminhos que estão a disposição.

 

Outro fator importante de ser ressaltado, aqui em São Paulo, O Conselho Regional de Psicologia permite que esse método seja utilizado por Psicólogos, pois entende tratar-se de um método. Caso fosse tratado ou considerado oráculo, jamais seria validado pelo Conselho, uma vez que não trabalhamos desta maneira.

 

Então, se o seu desejo é se apropriar, se responsabilizar e dar passos rumo a novas perspectivas e possibilidades em sua vida, porque você considera que algo pode ser feito para melhorar alguma questão, acredito que a Constelação pode estar a serviço desse desejo como real e tangível.

 

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Constelação Familiar - Dois sobrenomes / A força dos nossos ancestrais 

Publicado em 16 de novembro de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual com bonecos é realizada.

 

Cliente traz questão relacionada a sua dificuldade em conseguir comunicar / expressar / vender suas competências e conhecimentos para que as empresas possam adquirir os serviços oferecidos por ele.

 

Após um tempo de conversa e perguntas relacionadas ao tema e principalmente ao seu sistema familiar, iniciamos a constelação.

 

A fala desse cliente dizia mais respeito a valor do que expressão / comunicação.

 

Peço que ele posicione um boneco para representar ele e outro para representar o valor.

 

As escolhas e os posicionamentos são racionais.

 

Explico o que ele fez e peço que se concentre nos bonecos.

 

Dou um novo tempo para que ele possa se apropriar dos movimentos e posicionamento dos bonecos.

 

Ele reconhece as forças e mesmo sendo uma pessoa racional, consegue expressar em palavras o que sente.

 

Sobre o boneco que representa “valor” ele diz sentir fraqueza, desvalorização e até um pouco de arrogância.

 

(Antes de começarmos a constelação, o cliente havia me contado a história de seus antepassados, e disse que tinha problema com uma das famílias, negando suas origens e não usando um de seus sobrenomes).

 

O sistema revela que existe algo relacionado a essa história,

 

Levando se em consideração a história de seus antepassados, peço que coloque o sobrenome A e um outro boneco para o sobrenome B.

 

Ele pede para usar o boneco que significava valor para representar o sobrenome B. Permito o movimento.

 

Após algumas interferências minhas, continuamos.

 

Ele reconhece e reverência a história do sobrenome “B” da família que ele negava e inclusive se recusava a assinar. Reconhecendo que o valor falta, porque ele negava essa força. Ele consegue perceber a força que este sobrenome possui, conseguindo atribuir inclusive um novo valor, o que posso dizer, que ele se apropria de uma nova consciência. Cliente consegue, inclusive se recordar de histórias e perceber a força destes ancestrais.

 

Peço que reverencie o sobrenome A, que já era aceito o que foi tranquilo de ser feito.

 

Peço que reverencie os dois sobrenomes.

 

Momento de forte emoção e significado.

 

Para encerrar, coloco novamente a força e o valor e ele diz que tudo está bem. Somos iguais.

 

Outros movimentos foram realizados, mas não irei elucidá-los neste texto.

 

Encerramos a constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Constelação Familiar - Transtorno do Pânico (II)

Publicado em 14 de novembro de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

A história será contada de uma maneira resumida.

 

Cliente me procurou, por viver há muitos anos fazendo tratamento para crises de Ansiedade e Transtorno do Pânico.

 

Fiz alguns questionamentos referente ao sistema familiar e seus pais. Pessoa me contou os detalhes e depois de colher as informações necessárias, informei que iriamos experimentar as possibilidades nesta Constelação.

 

Como cliente trouxe diversos elementos, eu fiquei pensativa sobre como iniciar a constelação, uma vez que ela tinha algumas hipóteses e isso me fez pensar que talvez não fosse o caminho correto.

 

Peço que a cliente escolha um boneco para representar ela e um boneco para representar o sintoma, ou seja, o Transtorno do Pânico.

 

Iniciamos os movimentos e peço que ela me diga se existe alguma pessoa excluída no sistema familiar dela. Ela conta uma história de sua mãe.

 

Experimento colocar essa pessoa que foi excluída, mas não ocorreu nenhuma mudança no sistema. Tiro o boneco que representava essa exclusão.

 

Novamente a pessoa me conta uma história relacionada ao seu pai, mas descarto essa hipótese, pois o pai faleceu há poucos anos, não tendo relação com o inicio do transtorno do pânico.

 

Conforme alguns movimentos vão se revelando, o boneco que representa a cliente fica olhando para uma determinada direção, e novamente pergunto se existe alguma história do passado de alguém que não pertencia mais a família.

 

Posteriormente, a cliente me conta uma história que diz respeito a sua adolescência. Momento esse em que ela engravidou, mas por força da família, não pôde levar a gestação adiante.

 

Posiciono um boneco que represente essa exclusão, e a cliente emociona-se e diz sentir uma força incontrolável de ir em direção a esse boneco.

 

Fazemos alguns movimentos, dizemos algumas frases e incluo outros bonecos no sistema, que diz respeito a outro filho que é vivo. Desta maneira, ela olha para os dois filhos e sente-se plena, pois pode colocar os dois filhos no lugar deles em relação a sua própria vida.

 

Restabelecemos a ordem neste sistema, incluindo quem havia sido excluído e colocando os membros da família em seus devidos lugares.

 

Ela refere sentir-se completa e finalmente em paz.

 

Encerro a constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Constelação Familiar - Relacionamento Pai e Filha (II)

Publicado em 7 de novembro de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar é realizada.

 

Cliente refere grande dificuldade para conseguir se relacionar com o pai. Independente do que aconteça, ela não consegue se dar bem com ele de jeito algum.

 

Faço algumas perguntas relacionadas ao sistema, e nenhuma informação relevante foi trazida de maneira a agregar valor a possibilidade de iniciar a Constelação.

 

Informo não ter hipótese alguma e que iriamos experimentar um movimento.

 

Peço que ela escolha uma pessoa para representar ela e outra pessoa para representar seu pai.

 

Aguardamos alguns instantes para que os participantes possam fornecer informações sobre o sistema familiar.

 

A representante da cliente começa a chorar copiosamente, me fazendo pensar em uma criança.

 

Pergunto a cliente se alguma coisa havia acontecido quando ela era criança e ela conta uma história triste relacionada ao pai. O pai passou por uma situação em que teve de ficar um tempo fora do convívio familiar e toda a sua família acabou ficando envergonhada e sem compreender a situação.

 

Nesse instante pedi para o representante do pai me dizer o que ele sentia, e me informou que muita culpa e vergonha. Acabei resinificando o processo, uma vez que a Constelação não trabalha com culpados.

 

Iniciamos os movimentos de maneira a restabelecer a ordem neste sistema, de maneira que o pai pudesse expor o seu sentimento e o seu lugar como pai. E no caso da filha, devolver ela o lugar de filha e fazer e de alguma maneira que ela pudesse compreender que essa é uma história do pai, do passado, e que agora cabe a ela aceitar o pai com o que ele tem a lhe oferecer hoje.

 

Outros elementos foram trabalhados durante a constelação, mas não tem relevância para esta elucidação.

 

Quando a ordem é restabelecida, pai e filha se abraçam.

 

Depois de alguns instantes encerro a constelação.

 

A cliente que assistiu a toda a constelação estava bastante emocionada e informou que a constelação trouxe uma nova perspectiva a ela. Como se liberta-se-a ou deixasse-a mais leve.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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O que NÃO é Constelação Familiar?

Publicado em 3 de outubro de 2017 por MariEZ

 

Algumas pessoas me procuram para perguntar sobre Constelação Familiar, e eu, suspeita e fã de carteirinha do método, acabo falando sobre a minha experiência e um pouquinho do que tenho de conhecimento que adquiri durante a formação, leitura de livros e outros Workshops em que participei.

 

Conforme vamos conhecendo um pouco mais o método, podemos dizer o que pode ou não acontecer durante este processo e algumas coisas que eu já ouvi e que é importante dizer, não são Constelação Familiar.

 

Vidas passadas: 

 

A Constelação Familiar não trabalha e não acessa vidas passadas. Em hipótese alguma isso pode ser colocado como real. A Constelação diz respeito ao sistema familiar que existe e existiu e que permite que você esteja vivo hoje, ou seja, como costumo dizer, toda a força dos sobrenomes e do sangue que existe em você e lhe pertence graças a seus antepassados, aos seus ancestrais.

 

Você tem pais, avós, bisavós, tios, e por ai vai e é este sistema que a Constelação Familiar acessa e ponto final.

Por isso o método pode ser usado por qualquer pessoa e nada diz respeito a espiritualidade, religião, dogma ou fé.

 

Apontar culpados:

 

A metodologia criada por Bert Hellinger segue e traz a luz as ordens do amor. Entende-se que tudo o que acontece em um sistema familiar, diz respeito a uma tentativa de estabelecer ordem ou equilíbrio em situações que possam ter fugido a ordem natural das coisas ou da vida.

 

Desta forma, em hipótese alguma utiliza-se o termo “culpado” assim como também não se utiliza a palavra “perdão”.

 

Se algo aconteceu, faz parte da história daquela pessoa e faz parte do sistema familiar, sendo assim, por amor, algumas pessoas acabam experimentando algo diferente dos demais membros da família, e por este motivo, estamos a serviço das ordens.

 

Não constelamos outras histórias:

 

Algumas pessoas nos procuram para tentar modificar algum comportamento ou mudar algo em outras pessoas que elas consideram que estão impactando em suas vidas.  Por exemplo, o marido fica pegando no pé por algum motivo qualquer.

 

Ninguém, pode usar a Constelação familiar a seu bel prazer, acreditando que pode mexer ou modificar comportamento de pessoas que nem sequer estão presentes. Isso é tratado como uma questão ética, que diz respeito ao livre arbítrio de cada pessoa e não pode ser utilizado de maneira leviana para mudar algo que nós queremos que seja diferente.

 

Magia ou Amarração: 

 

Uma vez, conversando com uma pessoa, ela disse que havia participado de uma constelação e a pessoa que conduziu o processo havia lhe informado que era possível identificar que haviam feito “magia” contra o relacionamento dela. Não existe possibilidade alguma de isso ser verificado durante uma constelação.

 

Novamente, deixo claro aqui, a Constelação Familiar não dá conta deste tipo de informação e não tem por objetivo responsabilizar ou trazer vitimas ou culpados para que o sistema ou a história das pessoas tenha um sentido.

 

Na vida, as vezes precisamos buscar responsáveis ou culpados para que nossas dores tenham um sentido ou um lugar.

 

A Constelação Familiar traz a luz ou a consciência uma nova forma de perceber ou enxergar as coisas que nos aconteceram. Muitas vezes, nem sabemos que estamos emaranhados a essa história, mas ao nos darmos conta, tomamos a responsabilidade para nós e a partir disso, podemos escolher o que fazer para seguir adiante e resinificar nossa vida e consequentemente a vida de todas as pessoas de nosso sistema familiar.

 

Você teve alguma experiência diferente ou tem dúvidas se o que aconteceu é ou não Constelação Familiar? Conte sua experiência e vamos pensar juntos sobre o que aconteceu.

 

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Constelação Familiar - Relacionamento mãe e filha (Comunicação)

Publicado em 19 de setembro de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

Cliente veio para atendimento com questão de dificuldade de comunicação com a filha.

 

Refere amar muito sua filha, mas no aspecto que diz respeito a impor limites ou expressar idéias e opiniões, encontra dificuldade o que acaba inviabilizando a relação, trazendo distanciamento e diferenças.

 

Faço algumas perguntas relacionadas a sua família de origem, que são respondidas prontamente.

 

Pergunto se existe algum familiar excluído, porém ela não consegue se recordar de nenhuma história.

 

Peço que ela escolha um boneco para lhe representar e uma boneca para representar a filha. Elas são posicionadas de frente para a outra.

 

As forças do sistema indicam que é necessário colocar mais um membro, e posiciono um boneco atrás da cliente que representa a sua mãe.

 

A Constelação mostra que a mãe da cliente não olha para ela, como se houvesse uma ausência no sistema.

 

Novamente pergunto pela exclusão de algum membro e ela tem um insight, e se recorda de uma história que diz que o avô dela desapareceu após um acidente.

 

Ela se emociona bastante.

 

Incluímos o avô no sistema familiar.

 

Neste momento, faço alguns movimentos e reverências, buscando restabelecer as ordens do amor.

 

Voltamos para o inicio da Constelação pedindo para que a cliente olhe para a sua filha.

 

De alguma maneira, com a inclusão do avô e a reverência a sua mãe e a ele, o sistema parece ser sua ordem restabelecida.

 

Elas se abraçam.

 

Encerro a Constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Constelação Familiar - Relacionamento Afetivo X Autoestima

Publicado em 29 de agosto de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

Cliente refere dificuldades em relação ao um relacionamento afetivo. Por algum tempo tece comentários e problemas em relação a este tema. Pensei durante algum tempo e considerei que não se tratava de colocar a relação afetiva, e sim algo que estava ligado a sua história e seu sistema familiar.

 

Peço que ela escolha um boneco que a represente e um boneco para representar o amor.

 

O sistema se revela e ela menciona sentimentos que me fazem pensar em sua mãe.

 

Algo me diz que ela não estava no lugar certo, desta maneira, peço que ela faça alguns movimentos, porém sem força.

 

Ela me diz que gostaria de ir para o outro lado. Então coloco um boneco para ficar próximo ao lugar que ela queria ir.

 

Quando posiciono o boneco ela diz que a sensação havia melhorado.

 

Identifico o boneco como representando seu pai.

 

Na hora ela me conta a história de seus pais, que se separaram e ela sempre ficou contra o pai.

 

O sistema familiar revelou que ela, por amor, quis proteger a mãe e acabou ocupando o lugar do pai para que a mãe não sofresse com a separação.

 

Pedi para que ela repetisse alguma frases para restabelecer a ordem a este sistema familiar. Uma vez que ela era a filha e eles eram os pais. Para uma criança é muito pesado e dolorido uma história de separação e no caso, ela de maneira inconsciente assumiu um papel que era pesado por demais para ela aguentar, e sem perceber, estava carregando até os dias atuais.

 

Depois da grande emoção do momento, coloco um boneco atrás da cliente e peço para que ela se vire.

 

Ela se emociona e aceita o que lhe é oferecido. Este boneco representava o amor e suas novas possibilidades.

 

Encerro a constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Constelação Familiar - Empresa Familiar 

Publicado em 1 de agosto de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

Cliente me procurou por um problema relacionado a uma empresa familiar.

 

Refere que possui um negócio que passou de geração em geração, porém no momento tornou-se oneroso e pouco rentável para a família.

 

Sente-se “preso ao lugar” e tem grande vontade de fazer algo diferente em relação a sua vida profissional, mas por alguma razão qualquer, simplesmente não consegue seguir adiante.

 

Inicio o movimento com os bonecos.

 

Posicionamos o cliente diante do negócio e o sistema revela que o negócio representa a figura paterna.

 

Forte emoção toma o movimento d a Constelação Familiar. Neste momento, o cliente refere que sente muita falta de seu pai e sempre se esforçou para seguir os passos dele. De alguma maneira, acabou fazendo uma promessa a esse pai de que seguiria com o nome da empresa em relação a este negócio.

 

Porém a Constelação revela outra força de um ancestral anterior, o avô paterno, e o sistema indica que se trata de uma “promessa” de familiares que seguem a mesma formação e negócio a pelo menos três gerações.

 

Solicito que o meu cliente, ou seja, neto faça uma reverência e fala algumas frases para seu avô. De uma forma geral a intenção é de que este avô abençoe este neto e deixe-o seguir o seu caminho, pois ele (o cliente) já honrou a história da família e deseja seguir adiante com algo novo. O mesmo é feito em relação ao pai do cliente.

 

Durante este movimento, o cliente emociona-se de maneira a compreender que de alguma maneira, o sistema familiar aceita sua solicitação e compreende que o negócio da família já cumpriu sua historia e agora é hora de seus antecessores, os que vieram depois, possam escolher novas direções e oportunidades de negócio.

 

O Cliente se sente leve e aliviado ao final do processo, porém bastante emocionado e saudoso.

 

Encerramos a Constelação Familiar.

 

Neste caso, o objetivo deste processo, foi oferecer ao cliente um novo olhar em relação a sentimentos que ele tinha e não se dava conta, que estavam relacionados a emaranhamentos de seus antepassados em sua história. Ele considerava que a culpa que sentia por não conseguir e não querer mais levar o negócio da família adiante, estava relacionado a problemas só seus. E o que a Constelação Familiar demonstrou foi de que ele estava ligado a história de seu avô e de seu pai, e que um dia fez uma promessa a seu pai de que levaria o negócio no lugar dele.

 

Agora, devolvendo a responsabilidade e a promessa a seu lugar de origem, ele poderá fazer a sua escolha pautada em seus desejos e intenções e no que considerar melhor para si mesmo, sem desrespeitar os seus antepassados e a história de sua família.

 

Lembrando que a Constelação Familiar não oferecerá direções e nem obrigará o cliente a tomar uma decisão. Mas a partir de agora ele está mais apropriado de seus sentimentos e emoções e seguirá o seu destino a partir de suas decisões e escolhas.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Constelação Familiar - Autoestima

Publicado em 25 de julho de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

Cliente me procurou referindo problemas com sua auto imagem e auto estima.

 

Conta que na adolescência começou a ter um problema (que não irei mencionar) que lhe trouxe grande problemas de autoestima.

 

Na adolescência já temos que passar por mudanças hormonais e emocionais, além da mudança física que já mexe o suficiente com qualquer pessoa.

 

No caso deste cliente, além destas mudanças, ele teve que aprender a lidar com este problema, usando subterfúgios para escondê-lo ou amenizá-lo.

 

Desde então, não se sente a vontade diante de nenhuma pessoa, por receio do que os outros podem falar ou pensar a respeito, sempre preocupando-se com isso.

 

Iniciamos o movimento da Constelação Familiar, escolhendo alguém para representar ele e um boneco para representar “o problema”.

 

Peço que ele me informe o que sente em relação ao boneco que representa “o problema”. Ele me diz que os olhos dele ficam com a visão turva, de maneira a não conseguir enxergar o boneco.

 

Pergunto a ele se existia alguma pessoa em sua família que sofria de problemas mentais ou algum tipo de deficiência. Ele refere que sim, havia uma parente, com quase a mesma idade dele, e que já faleceu há algum tempo.

 

Nesta momento, peço que ele repita algumas frases. Com as frases ele refere que um peso era tirado de seu peito e de suas costas, respirando profundamente.

 

Depois disso, ele me diz que consegue enxergar o boneco que representa “o problema” tranquilamente.

 

Faço mais um movimento, colocando um boneco para representar o cliente e um boneco para representar o cliente na idade da adolescência, quando começaram suas questões com autoimagem e autoestima.

 

Peço que ele repita algumas frases de maneira a trazer ordem ao sistema. Outras frases e movimentos foram realizados.

 

Cliente emociona-se e apropria-se das informações que foram elucidadas com as frases. Ele sente-se mais forte e confiante.

 

Encerro a Constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Constelação Familiar - Problemas de concentração para estudar

Publicado em 27 de junho de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma séria que tem por objetivo explicar como uma Constelação Familiar é realizada e seus possíveis  benefícios / soluções.

 

Cliente me procurou, pois estava com grande dificuldade de concentração para estudar para uma prova de Título relacionado à sua formação.

 

Iniciamos a Constelação Familiar posicionando ela e em frente a ela posiciono a dificuldade de concentração.

 

Ela informa que não estava se sentindo bem diante do boneco relacionado à questão.

 

Neste momento, sinto a necessidade  de inserir mais um elemento ao sistema, mesmo sem saber do que se tratava. A entrada deste elemento trouxe alivio para o cliente.

 

Peço que ela faça uma reverencia e este novo elemento, que logo segue o seu caminho depois deste movimento. A partir disso o força do sistema se restabelece  e a cliente consegue ficar diante da dificuldade de concentração.

 

Algo no sistema faz menção aos ancestrais de seu pai, e pergunto se existe alguém na família do pai dela que está doente e com quem ela não tem mais contato.

 

Cliente diz que não tem mais contato com o seu avô e que tinha conhecimento que ele estava muito doente. Falamos algumas frases e reverenciamos este ancestral.

 

Neste momento cliente sente grande alivio de forte emoção.

 

Disse que era como se um peso fosse tirado de suas costas de uma maneira inexplicável.

 

Além disso, outro comentário que me chamou a atenção, foi o fato dela comentar que eu não parecia fazer parte da constelação, uma vez que a minha voz parecia apenas ao fundo, conduzindo o processo, como se estivesse  fora do movimento. Desta maneira, fica evidente que ela envolveu-se de maneira integral a Constelação Familiar.

 

Depois deste movimento, peço que ela olhe novamente para o problema de concentração, mas ele não tinha mais força no sistema.

 

Encerro a Constelação Familiar.

 

Depois de pouco mais de um mês, cliente entrou em contato para informar que estava conseguindo se concentrar em relação a matérias que antes era praticamente impossível o esforço. E que estava muito satisfeita com o resultado da Constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Relacionamento Pai X Filha - Um exemplo de Constelação Familiar 

Publicado em 9 de março de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

Cliente refere dificuldade para se relacionar com o pai, por diferenças na forma de pensar e se posicionar.

 

Conta que a convivência entre os dois tem ficado cada vez mais difícil e ela não sabe mais como lidar com esta situação.

 

Faço alguns questionamentos e após receber as informações, inicio a Constelação.

 

Peço que ela posicione o pai e a mãe e se posicione em relação ao dois.

 

De uma maneira sútil, ela se posiciona entre os pais, ficando no meio deles.

 

O movimento é de uma criança esperando que o pai a enxergue.

 

Percebo que falta algo no sistema de origem do pai e questiono sobre os avós paternos.

 

Ela refere que o avó paterno foi embora quando o pai ainda era uma pequeno e que não sabe dessa história.

 

Faço alguns movimentos e referencias de maneira que o pai possa encontrar o seu lugar, porém respeitando os princípios da Constelação, uma vez

que a questão não era dele e sim da cliente.

 

Depois deste movimento, cliente percebe que o pai a enxerga, e sente um alivio.

 

Algumas frases são colocadas para restabelecer as ordens do amor.

 

Peço que ela busque um novo lugar na Constelação e ela consegue se colocar ao lado dos pais, onde é efetivamente o seu lugar no sistema.

 

Outros aspectos foram resinificados nesta Constelação, porém não serão mencionados a fim de preservar a integridade / confidencialidade da cliente.

 

Encerro a Constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Transtorno do Pânico - Um exemplo de Constelação Familiar

Publicado em 2 de março de 2017 por MariEZ

 

Este é um exemplo de uma Constelação Familiar individual com Bonecos realizada com o objetivo de buscar uma compreensão sobre a questão trazida pelo cliente.

 

O cliente referia estar passando por crises de ansiedade que culminaram  em episódios do Transtorno do Pânico.

 

As informações contidas neste texto, serão o mais objetiva possíveis, de maneira a preservar a identidade e a história pregressa deste cliente.

 

Queixa: Transtorno do Pânico.

 

De maneira a observar o fenômeno e entrar em contato com o campo, peço ao cliente que escolha um boneco que representasse a si mesmo e um outro boneco que pudesse representar o sintoma, ou seja, o Pânico.

 

Neste momento, o cliente se posiciona de frente ao sintoma e informa sentir uma força muito grande, como se quisesse ficar muito próximo, ou até mesmo ficar no lugar do boneco que representava o “Pânico”.

 

Alguns movimentos se seguem, e cliente conta a história sobre a morte prematura de um membro de sua família. Essa morte foi traumática para o cliente, e logo no momento que isso aconteceu, o cliente desejou conscientemente ir junto com essa pessoa, pois a saudade e a morte eram insuportáveis.

 

O que a Constelação revelou foi que o cliente de uma maneira inconsciente, tentava seguir o destino deste ente falecido, e o Pânico era a expressão de tentar reparar esta ausência.

 

Após algumas frases e movimentos, e fortíssimas emoções que vieram á tona, o cliente referiu sentir-se mais leve, aliviado e bem no lugar em que estava.

 

Encerrei a Constelação Familiar.

 

Depois de algum tempo, este cliente informou que as crises de Pânico não aconteceram mais, percebendo também uma diminuição considerável em relação as crises de ansiedade que eram precursoras das crises.

 

O que pode-se observar neste caso, foi que a Constelação Familiar trouxe a luz a algo que estava encoberto ou “emaranhado” em relação as ordens do amor. Depois deste processo, o cliente pôde perceber a dinâmica e pensar a respeito.

 

Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Compensação e Equilibrio (Constelações Familiares) 

Publicado em 01 de Março de 2017

 

Segundo Bert Hellinger, todas as relações humanas são relações em que para existir deve haver troca e equilíbrio.

 

Quando um membro qualquer da família é excluído ou esquecido ocorre de maneira inconsciente um movimento que visa reequilibrar este sistema, ou seja, na falta de alguém, um membro qualquer desta grupo poderá assumir a posição deste por amor, como uma maneira inconsciente de se restabelecer a ordem.

 

Não se sabe explicar ao certo porque algumas pessoas são susceptíveis a isso e outras não, mas é fato que isso acontece.

 

Podem repetir comportamentos, atitudes ou ações, de uma maneira a trazer para a família o entendimento que algo está fora do lugar, quase que desencaixado.

 

Desta maneira, segundo Bert Hellinger, todos tem direito a pertencer a uma família, independente do que tenham feito ou das escolhas que fizeram previamente.

 

Quando olhamos para esta pessoa que se tornou o mensageiro deste excluído e para o próprio excluído e lhe damos o seu lugar de origem, o mensageiro e o excluído sentem-se pertencentes e essas vidas se reencontram e podem seguir o seu destino.

 

E a família também é capaz de sentir o bem que esta inclusão restabelece neste sistema familiar.

 

Não cabe a família excluir ou julgar os comportamentos, cabe o entendimento, o acolhimento, a orientação e o amor acima de tudo.

 

Fácil? – Não tenho certeza que seja, mas acredito ser absolutamente possível buscar este equilíbrio para a manutenção das forças que só uma família possui, submetida as ordens do amor.

 

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Marilice Everton Zanato
Psicóloga e Facilitadora em Constelações Familiares com Bonecos
Formada pela Mestre em Constelações Familiares Zaquie Meredith
Contato: (11)-9-6989-0331
Atendimento: Santana / Vila Mariana (SP)

 

Constelação Familiar - Relacionamento mãe e filha

Publicado em 16 de fevereiro de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

Cliente veio para atendimento com questão de dificuldade de comunicação com a filha.

 

Refere amar muito sua filha, mas no aspecto que diz respeito a impor limites ou expressar idéias e opiniões, encontra dificuldade o que acaba inviabilizando a relação, trazendo distanciamento e diferenças.

 

Faço algumas perguntas relacionadas a sua família de origem, que são respondidas prontamente.

 

Pergunto se existe algum familiar excluído, porém ela não consegue se recordar de nenhuma história.

 

Peço que ela escolha um boneco para lhe representar e uma boneca para representar a filha. Elas são posicionadas de frente para a outra.

 

As forças do sistema indicam que é necessário colocar mais um membro, e posiciono um boneco atrás da cliente que representa a sua mãe.

 

A Constelação mostra que a mãe da cliente não olha para ela, como se houvesse uma ausência no sistema.

 

Novamente pergunto pela exclusão de algum membro e ela tem um insight, e se recorda de uma história que diz que o avô dela desapareceu após um acidente.

 

Ela se emociona bastante.

 

Neste momento, faço alguns movimentos e reverências, buscando restabelecer as ordens do amor.

 

Voltamos para o inicio da Constelação pedindo para que a cliente olhe para a sua filha.

 

Elas se abraçam.

 

Encerro a Constelação.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste processo.

 

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Autoestima X trabalho - Um exemplo de Constelação Familiar 

Publicado em 9 de fevereiro de 2017 por MariEZ

 

Este texto faz parte de uma série de textos que irá explicar um pouco como uma Constelação Familiar Individual é realizada.

 

Recentemente tive a oportunidade de trabalhar com um cliente uma questão relacionada ao ambiente de trabalho.

 

Esse cliente informou que recentemente teve a oportunidade de trabalhar em uma empresa conceituada no mercado, porém não conseguiu se adaptar a cultura da organização e apresentou problemas de relacionamento com a chefia que culminaram no seu desligamento.

 

Conta também que trabalhou muitos anos na empresa anterior e tinha grande admiração e respeito pela empresa, porém foi desligada da mesma por motivo de falência, motivo esse que não conseguia aceitar.

 

(Algumas outras informações foram acrescentadas a dinâmica, porém não serão expostas aqui, para preservação do sigilo na história deste cliente).

 

Neste momento, opto por colocar cada uma das empresa anteriores deste cliente, de maneira que ele possa observá-las e perceber que ele possui uma história profissional que poderia ser reverenciada e jamais esquecida.

 

No momento que colocamos a empresa que faliu, o sentimento foi de luto e de que isso deveria ser visto pelo cliente. Momento este de forte emoção. Cliente inclusive se posiciona a frente da empresa, de joelhos, com respeito e nostalgia. Algumas frases e movimentos foram necessários para que fosse restabelecido uma ordem nesta relação.

 

Cliente sente-se melhor e um pouco mais leve.

 

Posteriormente, coloco a última empresa e busco restabelecer as ordens / hierarquia no que diz respeito a empresa e as chefias.

 

De uma certa maneira, o cliente reconhece que houve uma desorganização no que diz respeito a empresa, a chefia e até mesmo em relação ao seu sentimento pela antiga empresa, querendo que as coisas permanecessem iguais, o que não iria acontecer.

 

Coloquei todas as empresas diante do cliente como um movimento de integração para que pudesse também se apropriar desta força.

 

E como uma experiência, coloquei um novo elemento surpresa diante dele, para que ele me dissesse o que sentia em relação a isso e ele foi em direção a esse novo elemento e disse que estava pronto para isso.

 

Somente depois informei que eu havia colocado um elemento que representava essas novas possibilidades de futuro profissional.

 

O cliente sentiu-se mais aliviado e sua expressão corporal e facial ficaram iluminadas.

 

Encerrei a Constelação.

 

Informei para o cliente deste processo, que o objetivo da constelação é colocar ordem e trazer luz a algo que estava encoberto, no caso, a não aceitação do desligamento da empresa que ele tinha grande afeição.

 

A Constelação também não tem por objetivo trazer certezas ou garantir a conquista de um novo emprego, mas sim, permitir que este cliente se aproprie deste sentimento, se fortaleça e possa buscar, a partir deste conhecimento, novas oportunidades e possibilidades em relação a vida profissional.

 

Obs: Lembrando que a Constelação Familiar não tem intenção de curar ou “livrar” ninguém de seus problemas ou questões, ela tem por objetivo trazer a luz ao problema, e permitir que o constelado pense a respeito e tome as decisões que melhor lhe convirem a partir deste novo conhecimento / movimento.

 

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